Óleos Essenciais e a Maternidade – o que falta saber?

Dando continuidade ao meu interesse crescente sobre o tema, fiz um Workshop de Óleos Essenciais e a Maternidade.

Não só por curiosidade ou uso próprio, mas porque acho que divulgando poderei chegar a mais pessoas e assim ajudar.

A oradora, uma Americana com 3 filhos pequenos, que usa os óleos essenciais há 8 anos e trabalha com plantas há 13, partilhou um pouco (muito) da sua sabedoria.

Ela própria usou em si os Óleos, assim como em diversas situações com os filhos e a determinada altura ela sentiu que realmente os eles mudaram a sua vida.

– Um aparte, e por questões éticas, não há testes efectuados em grávidas, nem em bebés recém-nascidos.

Algumas mulheres dispuseram-se a partilhar as suas experiências e deram o seu testemunho.

Acho que o mais importante a reter e que convém saber, é que com cuidado, informação correcta e bom senso, os óleos essenciais também podem ser usados nos seguintes casos:

  • na Gravidez;
  • no Parto e no pós-Parto;
  • em Bebés.

Mesmo em alturas tão sensíveis e delicadas como estas que envolvem a Maternidade, é possível ter uma qualidade de vida e bem estar com a ajuda dos Óleos Essenciais.

Para se ficar com ideia, de seguida algumas situações que os óleos ajudaram a eliminar, ou a amenizar as sensações:

Na gravidez – dores, inchaço, insónias, enjoos, cansaço, digestões difíceis, obstipação, ansiedade.

No Parto– situações como falta de foco ou confusão mental, contrações dolorosas.

No pós-Parto – sono, cansaço, cicatrização mais rápida, depressão pós-parto.

Em Bebés – cólicas, regulação do sono, assaduras, febre, fungos.

(idealmente só a partir de 1 ano de idade – Ver sempre diluições recomendadas para as diferentes idades.)

São situações já de si tão complicadas, que às vezes, com uma simples gota, se resolve um determinado problema sem necessidade de recorrer à medicina tradicional e sim de uma forma natural.

Mais uma vez reforço, porque assim também foi me transmitido, estes óleos devem ser usados com consciência, deve haver informação precisa da origem dos mesmos (certificar que são 100% puros) e das diferentes aplicações conforme os casos.

Para mais detalhes e informações concretas enviar mensagem.

Convido a deixarem um testemunho, se com a ajuda do óleo conseguiram ultrapassar alguma situação das acima mencionadas ou outra, relacionada com Maternidade.

Ler também:

A preferência pelo mais natural. Óleos essenciais.

Aromaterapia – as primeiras 4 dúvidas.

Aromaterapia, as nossas primeiras experiências.

Iniciação à Aromaterapia

Quem era a mulher que tomava conta dos meus filhos?

Quem era aquela mulher que sem saber nada, ficava a tomar conta de um bebé?

Quem era aquela recente mãe a quem atribuíam a tarefa de deixar um bebé ao seu cargo, sem experiência, sem testemunhos, só porque era a mãe?

Quem era aquela mulher que dia após dia ia conhecendo o seu filho, mas que insegura ia passando uma noite a seguir a um dia, sem saber muito bem se seria capaz de voltar a fazer tudo no dia a seguir?

Quem era aquela mulher que não parava de pensar se tudo o que fazia, fazia bem?Que pensava se o seu bebé ia crescer bem e ia desenvolver bem com o que ela lhe ia fazendo?

Quem era aquela mulher que naquela altura ficava a olhar tempos infinitos para aquele bebé e incrédula, dava por si a pensar se realmente aquilo tinha vindo dela, se não estaria a sonhar por tamanho feito e beleza e que era impossível ter sido criado por ela?

Não é fácil, não é mágico, nem nascemos ensinadas e o instinto não resolve tudo.

Hoje pergunto quem era aquela mulher porque hoje já não me conheço.

Hoje já não me questiono nem duvido do que sou capaz.

Os filhos trazem mais do que alegrias ou concretizações.

Trazem mudança, trazem crescimento, trazem significado e valor para a vida que nos foi proposto viver!

Mas agora que estava a tentar pensar quem era eu, recente mãe há uns 5 anos atrás, sei que não era a mulher que sou hoje!

O que eu aprendi com a Maternidade?

Se há uma coisa que nos transforma realmente é a Maternidade/Paternidade.

Até lá temos pequenas ideias do que possa vir a ser, mas só passando e só vivendo é que se pode dizer alguma coisa sobre o assunto. E mesmo assim não dá para definir numa só coisa.

O que somos, deixamos de ser. Para onde vamos, deixamos de ir. O que aprendemos, desaprendemos e aprendemos novas coisas. Adquirimos novos conceitos e formas de estar e largamos outras tantas. Deixamos de ser “nós os dois” e passamos a ser “nós os três” ou quatro. Muda tudo, a direcção e o foco, as crenças e as verdades. Tudo é redireccionado e toma um novo rumo. Novos sonhos, novas promessas, novos objectivos, novos medos, novas responsabilidades.

Criar uma família é:

  • reinventar-se todos os dias
  • alterar-se todos os dias com novas aprendizagens de todos e novas aptidões adquiridas,
  • ter um guião novo todos os dias que tem de ser improvisado sem tempo para decorar ou fazer até sentido do que se está a pensar
  • estar numa nova realidade.

Adaptamos. E a capacidade de adaptação é incrível. A nossa e a deles, se calhar a deles mais do que a nossa, na maior parte das vezes.

E tudo vale, pelos Filhos!

Eles nascem, crescem e continuam a crescer sem parar. A uma velocidade louca e impressionante.

Eles fazem de nós outras pessoas. Às vezes melhores, outras piores, mas por certo, sempre diferentes.

Fecha-se um ciclo. Começa-se outro. Cumpre-se um propósito.

E aqui vamos nós.