All posts filed under: Maternidade

Filhos diferentes de Nós.

Uma das coisas que mais me dá gozo na Maternidade e que fico muitas vezes a pensar, é como os meus filhos são tão diferentes de mim. Como é que dois seres que saíram de mim, são tão pouco parecidos comigo? Não digo fisicamente, isso eu sei que muda, que nascem igual ao Pai por causa da protecção da espécie, depois mudam e umas vezes saem à mãe, outras à tia, ao tio, tem os olhos da avó o queixo do avô. Há em geral nas famílias, pequenas discussões entre os diversos familiares, sobre a que lado saiu mais a criança e esta acaba “desmembrada” porque dizem que a parte de cima da cara é do pai, a de baixo da mãe, as pernas são as da avó e o cabelo é igualzinho ao da tia-avó do lado do pai do primo. Então e o feitio?! Claro que obviamente haverá semelhanças e que existem as comparações sobre que feitiosinho é aquele?! Bom, é disso que falo. Falo da sua maneira de estar e de ser …

Quem foram as primeiras pessoas a saberem da gravidez?

Ora aqui está um assunto que diverge muito. Há pessoas que não têm problema nenhum em contar mal descobrem a noticia e mais umas quantas pessoas que guardam a notícia até mais tarde, normalmente contorcendo-se sempre para que ninguém descubra, porque nestas coisas queremos ser nós a contar esta notícia tão maravilhosa. Claro que se passamos pelo processo de andar a controlar e a fazer testes de gravidez, logo na segunda semana já é possível ver a tão desejada risquinha mesmo que muito, muito ténue e a segunda pessoa a saber além de nós, é o pai da criança, pois claro. E a partir daí, a seguir à notícia ser confirmado na ecografia na consulta com o médico obstetra, mais ninguém fica a saber pelo menos até as 12 semanas, principalmente se formos do tipo de esperar até as coisas estarem realmente seguras (que nunca estão mas pelo menos há mais probabilidades). Aqui foi assim! Então se não contamos aos nossos Pais, nem amigos, nem colegas de trabalho, andamos ali a remoer todos os dias, …

Óleos Essenciais e a Maternidade – o que falta saber?

Dando continuidade ao meu interesse crescente sobre o tema, fiz um Workshop de Óleos Essenciais e a Maternidade. Não só por curiosidade ou uso próprio, mas porque acho que divulgando poderei chegar a mais pessoas e assim ajudar. A oradora, uma Americana com 3 filhos pequenos, que usa os óleos essenciais há 8 anos e trabalha com plantas há 13, partilhou um pouco (muito) da sua sabedoria. Ela própria usou em si os Óleos, assim como em diversas situações com os filhos e a determinada altura ela sentiu que realmente os eles mudaram a sua vida. – Um aparte, e por questões éticas, não há testes efectuados em grávidas, nem em bebés recém-nascidos. Algumas mulheres dispuseram-se a partilhar as suas experiências e deram o seu testemunho. Acho que o mais importante a reter e que convém saber, é que com cuidado, informação correcta e bom senso, os óleos essenciais também podem ser usados nos seguintes casos: na Gravidez; no Parto e no pós-Parto; em Bebés. Mesmo em alturas tão sensíveis e delicadas como estas que envolvem …

Este tempo que passa sem vermos e que passa cada vez mais a correr.

Passam-se dias que nem dá-mos por eles. É tanta a correria, as coisas todas que fazemos num dia, que eles passam sem os sentirmos. Até que paramos e dá-mos conta que os nossos filhos cresceram, que deram um pulo gigante. Ficamos a observa-los e a pensar, mas como é que foi que eles ficaram assim?! Estão tão grandes, as coisas que já fazem e já dizem. Como foi que passou o tempo desde a última vez que olhei para eles desta maneira?! O tempo foge. Paramos e sentimos vontade de parar o tempo também, eternizar aquele momento para não nos esquecemos como cresceram, como desenvolveram, como se estão a tornar meninos cheios de habilidades. E pensamos que não queremos que o tempo possa voltar a passar tão rápido para não voltarmos a sentir que estamos a perder momentos entre as vezes que paramos a olhar para eles com olhos de ver. Quem mais sente isto? Quem sente que quer agarrar o tempo com os dedos e ele escorre por entre eles?

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Iniciação à Aromaterapia

Há imensa coisa para o qual não nos preparam para a Maternidade, já sabemos, e uma delas é o aparecimento das variadas doenças e mal-estares dos nossos pequeninos. Claro que há imensos miúdos que nunca ficam doentes. Mas na verdade estou sempre a ouvir Mães a queixarem-se das pequenas doenças dos filhos e nós por aqui também não somos exceção. Uma das muitas vantagens de ter este blog, é que vou acabando por ter contacto com outras Mães, também bloguers ou não, que acabam por passar muita informação válida, experienciada pelas próprias e pela respetiva família, sobre os mais variados assuntos. Um deles despertava-me especial atenção, pois era um assunto que me preocupava recorrentemente. Especialmente na altura do frio, volta e meia lá estavam o João e a Beatriz com pingo no nariz, que rapidamente passava a ranho, verde (sim, é mesmo assim), que logo passava a infeção e que num instante os fazia ter febre, tosse, otite, bronquiolite, por aí fora, o que obrigatoriamente nos levava às urgências, às consultas, a ir à farmácia, …

Mães

Há as estóicas, as faladoras, as queixinhas, as que varrem tudo à frente, as fortalhaças, as que precisam ainda de crescer, as que já são crescidas, as que sofrem, as que nem ligam, as que dormem muito bem, as que dizem que nunca mais irão dormir. As que têm “mini mes”, as que tem filhos muito diferentes de si. As que passam as passas do Algarve, as que assobiam para o lado. As que estão em casa e estão bem, as que estão em casa e estão mal, as que têm empregos e queriam estar em casa, as que têm empregos e só querem lá estar. As que são Mães de muitos filhos, sem os ter. As que não conseguem ser Mães e as que conseguem, mas nunca serão Mães. As que são positivas e as que só conseguem ver tudo negativo. As descontraídas e as preocupadas, as Mães galinha e as Mães ursa. As que conseguem dar prioridade a si e as que fazem dos filhos a prioridade da vida. As que deram logo …

Caça ao OVO – actividades de Páscoa!

O final da manhã de domingo foi de Caça aos Ovos. Queríamos fazer uma atividade ligada à Páscoa com os nossos filhos e apareceu esta promovida por Serralves, que achamos interessante. Inscrevemo-nos e lá fomos os quatro. À Entrada: Ansiosos por ver o que os esperava. A Primeira etapa: Um Jogo. A partir de imagem de um animal selecionada, tinham que ir respondendo a perguntas e ir seguindo as indicações até chegarem ao animal correspondente. Acertando tinham direito a um carimbo no Passaporte “Caça ao Ovo”. E acertamos. 1º Carimbo conseguido!Estaríamos na direção certa para o próximo desafio?O Segundo etapa foi tão gira, que nem temos registo fotográfico. Consistia em imitar as abelhas a recolher Néctar das flores, por isso tinham que apanhar a maior quantidade possível de bolas coloridas espalhadas pelo parque, coloca-las nas saquinhos que levavam presos de lado como as abelhas e no final deposita-las na colmeia. A Beatriz achou muito giro! Mais um carimbo conseguido. Siga para o próximo ponto. Aqui estávamos na terceira etapa: A partir de algumas imagens tinham …

O que recordam dos tempos antes do nascimento do vosso primeiro filho?

É com muita saudade e nostalgia que recordo os tempos que antecederam o nascimento do meu primeiro filho. Desde os 3 meses de gravidez que fiquei em casa e por isso não me faltou tempo, nem tive limitações para preparar tudo ao mínimo pormenor. Para imaginar mil vezes como seria a carinha do meu bebé, para imaginar mil vezes como seria tê-lo quentinho nos meus braços, sentir-lhe o cheirinho, dar-lhe beijinhos e colinho. Começamos logo a interagir com eles, ainda antes de nascerem e imaginamos as mil e uma coisas que tenha a ver com a chegada deles. Lembro-me perfeitamente de fazer listas de tudo e mais alguma coisa. Desde o que levar para a maternidade, lista para os primeiros tempos, para o primeiro ano de vida. O que precisava para o quarto, para o banho, para o passeio, para a comida. De fazer as listas do que precisava comprar, de comparar preços, perceber onde compensava mais comprar e qual marca. De começar a magicar o que podia ser eu a fazer em vez de …

Como controlar as emoções quando elas teimam em aparecer?

Conseguem controlar as emoções, ou deixam-se ir e logo se vê? Acho que nunca mais chorei a sério depois de ter filhos. Aquele chorar de lavar a alma, de limpar, de deitar fora o que já não serve, aquele chorar que purifica. Sabem esses? Nunca mais tive! Não sei porquê, mas quando estou quase naquele momento de abrir a torneira não consigo, não dá, não sei. Desde que tive as crianças que não me lembro de ter uma grande choradeira. Penso que deve ser porque não tenho nada realmente para estar profundamente triste. Sinto-me bem, completa, não tenho nada na verdade porque chorar, é uma coisa que me intriga, ás vezes até dava jeito, mas não dá. Não é tristeza, é emoção mesmo! Já a lágrima fácil, os olhos embaciados e a choraminguisse, essa pinga a cada passo. Basta ver: uma cena mais lamechas, algum episódio que meta bebés, situações mais sensíveis com crianças, ou alguma coisa que meta os meus meninos… E lá estou eu de lágrima teimosa no olho, o nariz começa a …

Banheira Shantala – Top 10 – essenciais da Maternidade

Se quiserem mesmo saber o que adorei usar nos primeiros tempos de Maternidade, esta foi sem duvida uma das melhores! A banheira Shantala, Tummy Tub, ou se quiserem a banheira Balde. Quem é que nunca ouviu de outros pais, que nem sempre era fácil dar banho aos bebés? Os relatos não eram muito animadores, os bebés choravam muito, mexiam-se imenso, havia o receio de os deixar escorregar, os pais tentavam trinta por uma linha e no final, uma experiência que devia ser tão boa e relaxante, era tudo menos isso. Havia também quem referisse o uso de adaptadores, tapetes e artefactos para ajudar a dar banho aos seres minúsculos e escorregadios, mas isso ainda assim me parecia muito pouco prático e pouco eficaz. Pois, como todos acabamos por fazer, fui pesquisar! Fui ver como faziam outros pais e havia muitos testemunhos que falavam super bem das banheiras Shantala, das suas experiências e os comentários eram de facto o oposto de todos os que tinha ouvido falar. Vejamos: Os bebés entravam e saiam do banho sempre …