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Banheira Shantala – Top 10 – essenciais da Maternidade

Se quiserem mesmo saber o que adorei usar nos primeiros tempos de Maternidade, esta foi sem duvida uma das melhores! A banheira Shantala, Tummy Tub, ou se quiserem a banheira Balde. Quem é que nunca ouviu de outros pais, que nem sempre era fácil dar banho aos bebés? Os relatos não eram muito animadores, os bebés choravam muito, mexiam-se imenso, havia o receio de os deixar escorregar, os pais tentavam trinta por uma linha e no final, uma experiência que devia ser tão boa e relaxante, era tudo menos isso. Havia também quem referisse o uso de adaptadores, tapetes e artefactos para ajudar a dar banho aos seres minúsculos e escorregadios, mas isso ainda assim me parecia muito pouco prático e pouco eficaz. Pois, como todos acabamos por fazer, fui pesquisar! Fui ver como faziam outros pais e havia muitos testemunhos que falavam super bem das banheiras Shantala, das suas experiências e os comentários eram de facto o oposto de todos os que tinha ouvido falar. Vejamos: Os bebés entravam e saiam do banho sempre …

Com 2 ainda vá. Mas 3 ou mais, como conseguem?

Quando vejo Mães com 3 e 4 filhos penso, afinal cuidar de 2 não é assim tão difícil… Há dias em que é preciso uma ginástica imensa para conseguir gerir dois horários diferentes, 2 actividades, 2 escolas, 2 ritmos distintos… Uma festa aqui, um acontecimento acolá. Ora hoje é dia disto, amanhã daquilo. Comprar material para levar para a escola 1, ir a correr arranjar um boneco para o trabalho da escola 2. Então agora em época de Natal foi hercúleo. E depois lá estou eu a fazer comparações para ver se consigo relativizar a coisa. E se fossem 3? 3 idades diferentes, 3 horários, 3 exigências, 3 actividades e acontecimentos sociais diferentes. E 4? Agora vamos lá fazer contas que eu já me perdi. E depois vejo algumas mães destas 3 e 4 crianças, serenas, com caras tão frescas, tão controladas. Penso: Claro! O Pai não trabalha, deve ter lá a mãe, a avó, a tia, 3 Nannies, 1 aldeia inteira a tomar conta. A cuidar, a alimentar e a transportar aquela criançada toda …

Desfralde. Parte II

    A Parte I do desfralde aqui por casa foi há dois anos. Pois há dois anos, por esta mesma altura já andávamos e fazer experiências com o Pote. (Atenção que Pote diz-se no Norte e Bacio no Sul, para quem não sabe). E também com redutores de sanitas (por todo o lado, presumo eu). Foi, como em quase tudo aqui por casa, sem grande pressão. Aproveitar a curiosidade do João e respeitar o seu ritmo. Precisamos respeitar o tempo deles, perceber as deixas e ir acompanhando. Na escola ajudaram bastante. E porque os pequenos vêm com o chip da imitação bem definido acabam por “se puxarem” uns aos outros. Isto para além de adorarem fazer coisas de crescidos, claro. No final de Setembro/Outubro o João deixou a fralda quase em simultâneo de dia e de noite. Sendo que ainda foram havendo uns deslizes, principalmente por preguiça e quase sempre de dia. Pensávamos que seria bem mais difícil de gerir. Mas foi pacífico e foi mais uma coisa que foi acontecendo. Sem grandes dramas e …