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Quem foram as primeiras pessoas a saberem da gravidez?

Ora aqui está um assunto que diverge muito. Há pessoas que não têm problema nenhum em contar mal descobrem a noticia e mais umas quantas pessoas que guardam a notícia até mais tarde, normalmente contorcendo-se sempre para que ninguém descubra, porque nestas coisas queremos ser nós a contar esta notícia tão maravilhosa. Claro que se passamos pelo processo de andar a controlar e a fazer testes de gravidez, logo na segunda semana já é possível ver a tão desejada risquinha mesmo que muito, muito ténue e a segunda pessoa a saber além de nós, é o pai da criança, pois claro. E a partir daí, a seguir à notícia ser confirmado na ecografia na consulta com o médico obstetra, mais ninguém fica a saber pelo menos até as 12 semanas, principalmente se formos do tipo de esperar até as coisas estarem realmente seguras (que nunca estão mas pelo menos há mais probabilidades). Aqui foi assim! Então se não contamos aos nossos Pais, nem amigos, nem colegas de trabalho, andamos ali a remoer todos os dias, …

Óleos Essenciais e a Maternidade – o que falta saber?

Dando continuidade ao meu interesse crescente sobre o tema, fiz um Workshop de Óleos Essenciais e a Maternidade. Não só por curiosidade ou uso próprio, mas porque acho que divulgando poderei chegar a mais pessoas e assim ajudar. A oradora, uma Americana com 3 filhos pequenos, que usa os óleos essenciais há 8 anos e trabalha com plantas há 13, partilhou um pouco (muito) da sua sabedoria. Ela própria usou em si os Óleos, assim como em diversas situações com os filhos e a determinada altura ela sentiu que realmente os eles mudaram a sua vida. – Um aparte, e por questões éticas, não há testes efectuados em grávidas, nem em bebés recém-nascidos. Algumas mulheres dispuseram-se a partilhar as suas experiências e deram o seu testemunho. Acho que o mais importante a reter e que convém saber, é que com cuidado, informação correcta e bom senso, os óleos essenciais também podem ser usados nos seguintes casos: na Gravidez; no Parto e no pós-Parto; em Bebés. Mesmo em alturas tão sensíveis e delicadas como estas que envolvem …

De que Equipa são os Pais que aqui nos lêem?

Estávamos no Pediatra, e estavam dois Pais a passear orgulhosamente ao colo, as suas minúsculas filhas bebés. Acho que até se olhavam entre eles, como forma de dizer – eu também sou dessa equipa, da equipa que apoia a mãe, que vem ao Pediatra em família, que divide tarefas, que carrega no colo, que acalma os choros e apazigua cólicas e fica acordado de noite. Num outro dia, um outro Pai comentava, que ia comemorar os 15 anos da filha, pois nos últimos 12 anos tinha dedicado o tempo ao negócio de família, pelo qual achava que se tinha que dedicar inteiramente daí para cá. Mas naquele dia ia deixar a empresa e ia fazer uma coisa mais importante, passar o dia com a sua filha! Sem duvida, que tal como as Mães, os Pais são igualmente importantes no desenvolvimento de uma criança. A presença é muito importante, o acompanhamento, as ações, o contributo que estão a dar aos filhos, à família e a eles. Pois o tempo passa e de repente as filhas já …

O que recordam dos tempos antes do nascimento do vosso primeiro filho?

É com muita saudade e nostalgia que recordo os tempos que antecederam o nascimento do meu primeiro filho. Desde os 3 meses de gravidez que fiquei em casa e por isso não me faltou tempo, nem tive limitações para preparar tudo ao mínimo pormenor. Para imaginar mil vezes como seria a carinha do meu bebé, para imaginar mil vezes como seria tê-lo quentinho nos meus braços, sentir-lhe o cheirinho, dar-lhe beijinhos e colinho. Começamos logo a interagir com eles, ainda antes de nascerem e imaginamos as mil e uma coisas que tenha a ver com a chegada deles. Lembro-me perfeitamente de fazer listas de tudo e mais alguma coisa. Desde o que levar para a maternidade, lista para os primeiros tempos, para o primeiro ano de vida. O que precisava para o quarto, para o banho, para o passeio, para a comida. De fazer as listas do que precisava comprar, de comparar preços, perceber onde compensava mais comprar e qual marca. De começar a magicar o que podia ser eu a fazer em vez de …

Como controlar as emoções quando elas teimam em aparecer?

Conseguem controlar as emoções, ou deixam-se ir e logo se vê? Acho que nunca mais chorei a sério depois de ter filhos. Aquele chorar de lavar a alma, de limpar, de deitar fora o que já não serve, aquele chorar que purifica. Sabem esses? Nunca mais tive! Não sei porquê, mas quando estou quase naquele momento de abrir a torneira não consigo, não dá, não sei. Desde que tive as crianças que não me lembro de ter uma grande choradeira. Penso que deve ser porque não tenho nada realmente para estar profundamente triste. Sinto-me bem, completa, não tenho nada na verdade porque chorar, é uma coisa que me intriga, ás vezes até dava jeito, mas não dá. Não é tristeza, é emoção mesmo! Já a lágrima fácil, os olhos embaciados e a choraminguisse, essa pinga a cada passo. Basta ver: uma cena mais lamechas, algum episódio que meta bebés, situações mais sensíveis com crianças, ou alguma coisa que meta os meus meninos… E lá estou eu de lágrima teimosa no olho, o nariz começa a …

Banheira Shantala – Top 10 – essenciais da Maternidade

Se quiserem mesmo saber o que adorei usar nos primeiros tempos de Maternidade, esta foi sem duvida uma das melhores! A banheira Shantala, Tummy Tub, ou se quiserem a banheira Balde. Quem é que nunca ouviu de outros pais, que nem sempre era fácil dar banho aos bebés? Os relatos não eram muito animadores, os bebés choravam muito, mexiam-se imenso, havia o receio de os deixar escorregar, os pais tentavam trinta por uma linha e no final, uma experiência que devia ser tão boa e relaxante, era tudo menos isso. Havia também quem referisse o uso de adaptadores, tapetes e artefactos para ajudar a dar banho aos seres minúsculos e escorregadios, mas isso ainda assim me parecia muito pouco prático e pouco eficaz. Pois, como todos acabamos por fazer, fui pesquisar! Fui ver como faziam outros pais e havia muitos testemunhos que falavam super bem das banheiras Shantala, das suas experiências e os comentários eram de facto o oposto de todos os que tinha ouvido falar. Vejamos: Os bebés entravam e saiam do banho sempre …

Homenagem ao pequeno Yulen

Hoje tinha previsto escrever uma outra coisa, mas não consigo ficar indiferente, não só porque tenho uma filha de dois anos, que nos últimos dias não me canso de abraçar, como não consigo deixar de pensar naqueles pais que, pela segunda vez, ficaram sem o seu filho. Em jeito de homenagem ao menino Espanhol – Yulen – aqui fica uma imagem que vi circular nas redes sociais e que realmente é a forma como eu o quero imaginar. Que descanse em paz!  

É assim que acaba mais uma semana.

Depois dos feriados, das férias e de ter ficado em casa mais dois dias com a pequenina que esteve doente, esta seria a semana que eu iria trabalhar uma semana inteira, após duas semanas. Cinco dias que no início da semana me pareciam imensos e que seriam intermináveis. Achei que iria ser duríssimo para todos. Que a semana nunca mais iria acabar e que iríamos estar todos extremamente cansados. A verdade é que, eu não sei como foi estamos no final da semana… a semana passou a voar e hoje já é Sexta-feira! Olho para trás e parece que estive em modo automático e não me lembro sequer por onde passei ou o que é que fiz. É um pouco assustador que o tempo esteja a passar assim. Este modo automático que nos deixa alienados e, que remédio, conformados. Queremos realmente isto? São estas semanas que vamos guardar na memória? Com certeza que não! E os miúdos? Será que eles se lembram? Ou a eles também lhes passam ao lado semanas como esta?

Como fazer deste ano, um ano ainda melhor? De 2018 para 2019

2018 foi o ano em que descobri a sério que posso fazer muitas coisas, aliás, que posso fazer qualquer coisa! Basta querer. E eu quis! A Maternidade ensina-nos muito. Uma das coisas que me trouxe foi a consciência de nos podermos transcender, de fazer mais do que poderíamos imaginar. Isso dá-nos a garra para fazermos algo que não considerávamos pertinente no percurso de vida que achávamos que seria o nosso. Agora sei que nada nos define. Nem nome, nem idade, nem formação, nem crenças, nem local onde nascemos. O Mundo é sempre – e para sempre – um livro, pronto a ser escrito e definido por nós. Vamos a isso 2019!

O que eu aprendi com a amamentação.

Neste assunto, acho que tive sorte! Mas também sei que não é a sorte que decide as coisas, somos nós. Aquilo em que acreditamos e no que definimos como adquirido sendo que para mim dar de mamar era um objetivo inquestionável. Ainda grávida emprestaram-me um livro de uma Pediatra sobre a Amamentação. Quem me emprestou, perguntou na altura se eu queria amamentar. Respondi que sim, como, claro que sim, não é o que é normal fazerem todas as Mães?!? Ao longo do tempo percebi que não é. Que não é bem assim, nem assim tão fácil. No livro dizia que o leite estava na nossa cabeça e não no peito. Tudo o que li a seguir foi, para mim, uma nova abordagem sobre assunto. Na altura se eu tivesse ido para a amamentação com – sim, óbvio que vou amamentar – poderia ter “corrido mal” como acontece a tantas mulheres. Antigamente, e não assim há tanto tempo, as mulheres moravam mais próximas umas das outras. Várias gerações de mulheres ajudavam-se e passavam conhecimentos valiosíssimos entre elas. Já …