A solidão na multidão.

Não há coisa pior que nos sentirmos sós na nossa vida, sós no nosso mundo, sós com os nossos problemas.

Já passei por isso várias vezes. Claro que se evolui, se cresce, mas também se fica marcado como se fosse um cunho invisível que ali fica, endurecido pelo tempo.

Já passou, parte de mim sabe que nunca mais vai voltar a esse estado e parte de mim tem uma tendência a tremer de medo que isso volte a acontecer.

Porque a nossa mente tem rasteiras, tem esquinas que não sabemos o que está do outro lado e tem socalcos invisíveis que teimamos em tropeçar como as crianças pequenas.

Quem dera que cada pessoa possa ter uma pessoa pelo menos que acalme a sua dor.

Quem dera que cada dor possa ser aliviada com um abraço.

Quem dera que cada abraço sirva de capa protetora, que nos metem em cima e lá possamos recuperar para no dia certo desabrochar.

Quem dera que todos possam desabrochar e viver as coisas da vida como elas merecem ser vividas.

Quem dera que a vida seja VIDA!

E não uma espécie de morte na vida!

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