Month: Dezembro 2018

Esta semana o João foi ao Circo.

O João foi ao Circo, pela primeira vez. Foi no Circo do Coliseu do Porto. Num conceito um pouco diferente da ideia geral do que é um Circo e do que estávamos habituados na nossa infância, este concilia a essência da arte circense com números mais contemporâneos e atuais. Mesmo não tendo animais, o que já se verifica há algum tempo, não desiludiu. O João esteve sempre muito atento e entusiasmado com os artistas e números que foram surgindo. Havia equilibristas, contorcionistas, acrobatas, trapezistas, e até um número muito original com lasers, mas mesmo assim, o que mais gostou foi do Palhaço. Acho que todos percebemos porquê. Não só porque faz palhaçadas, como também é considerado um dos melhores Palhaços do Mundo. Andrey Jigalov – artista Russo, um dos melhores Palhaços do Mundo.A determinada altura o João ficou muito assustado, pois um menino perdeu-se do avô, e teve que ir ao palco para que o encontrassem. O João ficou a perceber que não se deve afastar dos crescidos que estão com ele, muito menos num …

Desafio quem não fez desaparecer pelo menos uma destas coisas.

Desafio quem nunca fez desaparecer pelo menos uma destas coisas aos vossos filhos após o Natal: 1-Doces 2-Brinquedos 3-Chocolates Enquanto têm a memória curtinha das coisas, há que aproveitar, depois pode já não ser bem assim. Por aqui guardámos alguns brinquedos, escondemos alguns doces de Natal e confiscámos grande parte dos chocolates. Eu sei que no fundo eles nos vão desculpar.    

Foi assim o dia de Natal – vivido ao máximo!

Este Natal foi vivido ao máximo! Depois de: Reunião de família; Almoço de Natal; Muitos Presentes e muito Carinho! Bons momentos e risadas puras em brincadeiras com “neve”!  E de repente, parecia que estávamos mesmo no meio da Neve. Ida à Vila Natal em Óbidos: Volta na Roda Gigante; no Carrossel, na Rena e no Trenó; Teatro com Marionetes; Conversa na Casinha com o Pai Natal; Lanche de Gaufre com chocolate; Passeio de burro; Passeio de pónei; Saltos no trampolim, Ufa! Assim foi o nosso dia de Natal, em cheio!! Os meninos não podiam estar mais satisfeitos. Obrigada de coração a todos!

Como este dia se tornou tão especial? O dia 23 e a sua energia mais que positiva!

Todos temos aquele dia que quando nos passa o número pelos olhos, logo associamos a uma coisa com um significado muito forte. E de repente logo nos assalta a memória mais doce de algum acontecimento importante. Pois o meu dia é o dia 23. Hoje e todos os dias 23 desta vida têm um grande significado para mim. E podia ter acontecido em qualquer dos 12 dias 23 que há num ano. O meu foi sempre um 23 de Junho. O dia em que assinei a escritura da casa onde fomos construindo esta família. O dia que nasceu o João. O dia que nasceu a Beatriz. Na verdade, este dia até já tinha uma carga positiva há mais tempo. Era véspera de um dos dias mais festivos para mim. Sempre gostei muito do São João: da festa, da alegria das pessoas na rua, da descontração e do simbólico início do Verão. Este dia trazia consigo o calor, o bom tempo, os dias mais compridos e as noites quentes. Começava uma época de coisas positivas. Digam …

O que fazer nas férias de Natal?Actividades em Serralves

Foi aqui que deixamos o João esta semana. Não o quisemos colocar na escola sem as actividades normais, então tivemos que arranjar alternativa. Já tínhamos ouvido falar muito bem das Oficinas de férias de Serralves, então esta pareceu-nos uma boa opção. E não desiludiu. Claro que ele não fala de tudo o que lá faz, mas quando vai e quando vem, está tão bem disposto e alegre que concluímos que ficou bem e divertiu-se! E é o que realmente importa. Penso que a actividade que mais gostou foi a da tarde – Natal cozinheiro. Fez e provou vários doces relacionados com a época natalícia. Todo entusiasmado chegava a casa e explicava o que tinha cada um e fazia questão que provássemos. A actividade da manhã chamava-se Cor-a-cor e a ideia era todos os dias procurar no Parque objectos com determinada cor, fazer uma composição cromática e a seguir fotografar. Até eu gostava de ter participado. Só temos que agradecer às orientadoras, muito simpáticas e dedicadas e à organização. Agora é hora de ficarmos todos juntinhos …

O que fazer nos fins-de-semana do mês de Dezembro?

OEste fim-de-semana estávamos só os 3 e saímos para fazer uma coisa divertida. O objetivo era andar nos Carrosséis que estão na rotunda da Boavista. Eles já lá tinham estado, mas queriam voltar claro, lá fiz a vontade. Estacionámos atrás do Centro Comercial Península e viemos por ali, pela rua e sem pressa. Tínhamos marcado encontro com a Tia deles e o seu grande cão. Em geral o João e Beatriz têm medo de cães e esta vez não foi exceção. O João ainda levou com uma lambidela e ficou assim meio desconfiado. A Beatriz, nem sequer o queria ver. Tapava os olhos na esperança dele desaparecer. Bom, lá foram muito contentes andar nas diversões.  Recomendo mesmo, especialmente para quem tem filhotes pequenos. As diversões estão especialmente mais indicados para estas idades mais pequenas e estão muito engraçados talvez por ser tudo pequenino. Aqui fica o que podem encontrar: Roda-gigante mini Montanha-russa mini  “Cestas” mini (não sei o nome correto, mas sempre chamei Cestas) – senta-se numas cadeirinhas presas por umas correntes metálicas que andam à volta  Carrinhos de choque, também mini.  todos os tradicionais Carrosséis, com os carros de Policia, Bombeiros, Motas, Cisnes, etc …

As coisas que o Ruca ensina!

Há quem não goste do Ruca. Há quem não goste da mãe do Ruca. Há até quem se enerve com o pai do Ruca… Eu?  Gosto de todos! Do pai, da mãe, da avó, do avô, da Rosita. Aliás a Rosita é fundamental na vida do Ruca. Quer dizer, para nós foi muito importante existir uma Rosita na vida do Ruca quando passou a haver uma Beatriz na vida do João. A irmã mais nova. O papel do irmão mais velho. Todas as representações da realidade que representam a existência de um novo membro na família.  Está muito bem feito e foi importante para ajudar o João a aceitar a nova realidade dele. Houve uma altura que o João só queria ver o Ruca! Mal acordava, mal acabava de comer, mal chegava da escola, acabava um episódio e queria ver outra vez. Até tinha um ritual a determinada altura: sentar-se no sofá a tomar o seu pequeno-almoço favorito enquanto via os seus desenhos animados de eleição.  Mal se instalava com o prato no colo, pedia: o Ruca. Vimos episódios sem fim. Não conheço quem não tenha uma história idêntica para contar, seja com Ruca(s), Reis Leões, ou o que for… Mas o que é mais engraçado é que ainda hoje, …

Pequenos (e os) pecados.

Às vezes deixo-os estar a brincar com alguma coisa que não é suposto só para poderem estar uns 5 minutos entretidos e eu poder ter um momento para mim. Não faço tudo direitinho, mas esforço-me: para que comam bem e que comam sempre sopa, para que não vejam TV/Tablet/Telemóvel a mais, para que não mexam em coisas que não são para eles, para que não estejam em risco obviamente, Mas existem sempre aqueles momentos maravilhosos e estranhos, em que eles estão quietos e em silêncio, tudo demasiado calmo, em que os espreitamos e – afinal estão a fazer asneiras. Que aquele silêncio e paz que se instalou assim de repente era afinal uma asneirita. Algo que não era para eles. Mas como até precisamos daquele bocadinho assim e é só assim mesmo um bocadinho, vamos deixá-los só mais um pouco. Até que já no limite os interrompemos para lhes dizer:  – parem já com isso! Como se só tivéssemos visto mesmo naquele momento e o que temos é de os fazer parar rápido antes que …

O que eu aprendi com a amamentação.

Neste assunto, acho que tive sorte! Mas também sei que não é a sorte que decide as coisas, somos nós. Aquilo em que acreditamos e no que definimos como adquirido sendo que para mim dar de mamar era um objetivo inquestionável. Ainda grávida emprestaram-me um livro de uma Pediatra sobre a Amamentação. Quem me emprestou, perguntou na altura se eu queria amamentar. Respondi que sim, como, claro que sim, não é o que é normal fazerem todas as Mães?!? Ao longo do tempo percebi que não é. Que não é bem assim, nem assim tão fácil. No livro dizia que o leite estava na nossa cabeça e não no peito. Tudo o que li a seguir foi, para mim, uma nova abordagem sobre assunto. Na altura se eu tivesse ido para a amamentação com – sim, óbvio que vou amamentar – poderia ter “corrido mal” como acontece a tantas mulheres. Antigamente, e não assim há tanto tempo, as mulheres moravam mais próximas umas das outras. Várias gerações de mulheres ajudavam-se e passavam conhecimentos valiosíssimos entre elas. Já …