Esta semana o João foi ao Circo.

O João foi ao Circo, pela primeira vez.

Foi no Circo do Coliseu do Porto.

Num conceito um pouco diferente da ideia geral do que é um Circo e do que estávamos habituados na nossa infância, este concilia a essência da arte circense com números mais contemporâneos e atuais. Mesmo não tendo animais, o que já se verifica há algum tempo, não desiludiu.

O João esteve sempre muito atento e entusiasmado com os artistas e números que foram surgindo.

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Havia equilibristas, contorcionistas, acrobatas, trapezistas, e até um número muito original com lasers, mas mesmo assim, o que mais gostou foi do Palhaço.

Acho que todos percebemos porquê. Não só porque faz palhaçadas, como também é considerado um dos melhores Palhaços do Mundo.

Andrey Jigalov – artista Russo, um dos melhores Palhaços do Mundo.unnamed (8)A determinada altura o João ficou muito assustado, pois um menino perdeu-se do avô, e teve que ir ao palco para que o encontrassem. O João ficou a perceber que não se deve afastar dos crescidos que estão com ele, muito menos num sítio com muita gente.

Também teve um encontro muito especial.
A Minnie apareceu e tirou uma foto com ele:

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Desafio quem não fez desaparecer pelo menos uma destas coisas.

Desafio quem nunca fez desaparecer pelo menos uma destas coisas aos vossos filhos após o Natal:

1-Doces
2-Brinquedos
3-Chocolates

Enquanto têm a memória curtinha das coisas, há que aproveitar, depois pode já não ser bem assim.

Por aqui guardámos alguns brinquedos, escondemos alguns doces de Natal e confiscámos grande parte dos chocolates.

Eu sei que no fundo eles nos vão desculpar.

 

 

Foi assim o dia de Natal – vivido ao máximo!

Este Natal foi vivido ao máximo!

Depois de:

Reunião de família; Almoço de Natal; Muitos Presentes e muito Carinho!

Bons momentos e risadas puras em brincadeiras com “neve”!  E de repente, parecia que estávamos mesmo no meio da Neve.

Ida à Vila Natal em Óbidos:

Volta na Roda Gigante; no Carrossel, na Rena e no Trenó;

Teatro com Marionetes; Conversa na Casinha com o Pai Natal;

Lanche de Gaufre com chocolate;

Passeio de burro; Passeio de pónei; Saltos no trampolim, Ufa!

Assim foi o nosso dia de Natal, em cheio!!

Os meninos não podiam estar mais satisfeitos.

Obrigada de coração a todos!

Como este dia se tornou tão especial? O dia 23 e a sua energia mais que positiva!

Todos temos aquele dia que quando nos passa o número pelos olhos, logo associamos a uma coisa com um significado muito forte. E de repente logo nos assalta a memória mais doce de algum acontecimento importante.

Pois o meu dia é o dia 23. Hoje e todos os dias 23 desta vida têm um grande significado para mim.

E podia ter acontecido em qualquer dos 12 dias 23 que há num ano.

O meu foi sempre um 23 de Junho.

O dia em que assinei a escritura da casa onde fomos construindo esta família.

O dia que nasceu o João.

O dia que nasceu a Beatriz.

Na verdade, este dia até já tinha uma carga positiva há mais tempo.

Era véspera de um dos dias mais festivos para mim. Sempre gostei muito do São João: da festa, da alegria das pessoas na rua, da descontração e do simbólico início do Verão.

Este dia trazia consigo o calor, o bom tempo, os dias mais compridos e as noites quentes. Começava uma época de coisas positivas.

Digam lá que não há coincidências?

Que números vos dizem alguma coisa muito forte? E porquê?

Ver mais aqui também:

E se eles nascessem no mesmo dia? Hmmm….

O que fazer nas férias de Natal?Actividades em Serralves

Foi aqui que deixamos o João esta semana. Não o quisemos colocar na escola sem as actividades normais, então tivemos que arranjar alternativa.

Já tínhamos ouvido falar muito bem das Oficinas de férias de Serralves, então esta pareceu-nos uma boa opção.

E não desiludiu.

Claro que ele não fala de tudo o que lá faz, mas quando vai e quando vem, está tão bem disposto e alegre que concluímos que ficou bem e divertiu-se! E é o que realmente importa.

Penso que a actividade que mais gostou foi a da tarde – Natal cozinheiro. Fez e provou vários doces relacionados com a época natalícia. Todo entusiasmado chegava a casa e explicava o que tinha cada um e fazia questão que provássemos.

A actividade da manhã chamava-se Cor-a-cor e a ideia era todos os dias procurar no Parque objectos com determinada cor, fazer uma composição cromática e a seguir fotografar. Até eu gostava de ter participado.

Só temos que agradecer às orientadoras, muito simpáticas e dedicadas e à organização.

Agora é hora de ficarmos todos juntinhos e irmos de férias!

Bom Natal!!!

O que fazer nos fins-de-semana do mês de Dezembro?

OEste fim-de-semana estávamos só os 3 e saímos para fazer uma coisa divertida. O objetivo era andar nos Carrosséis que estão na rotunda da Boavista. Eles já lá tinham estado, mas queriam voltar claro, lá fiz a vontade. Estacionámos atrás do Centro Comercial Península e viemos por ali, pela rua e sem pressa.

Tínhamos marcado encontro com a Tia deles e o seu grande cão. Em geral o João e Beatriz têm medo de cães e esta vez não foi exceção. O João ainda levou com uma lambidela e ficou assim meio desconfiado. A Beatriz, nem sequer o queria ver. Tapava os olhos na esperança dele desaparecer.

Bom, lá foram muito contentes andar nas diversões. 

Recomendo mesmo, especialmente para quem tem filhotes pequenos. As diversões estão especialmente mais indicados para estas idades mais pequenas e estão muito engraçados talvez por ser tudo pequenino.

Aqui fica o que podem encontrar:

  • Roda-gigante mini
  • Montanha-russa mini
  •  “Cestas” mini (não sei o nome correto, mas sempre chamei Cestas) – senta-se numas cadeirinhas presas por umas correntes metálicas que andam à volta 
  • Carrinhos de choque, também mini. 
  • todos os tradicionais Carrosséis, com os carros de Policia, Bombeiros, Motas, Cisnes, etc

Para os maiores tem uma Rampa e uma Pista de Gelo. Deve ser giro também.

Depois de andarem, resolvemos ir até à Casa da Música. Adoram estar em sítios diferentes, por isso lá estiveram a explorar. Sobe escada, desce escada… Espreita pelas janelas enormes, grandes correrias… principalmente um para cada lado a fugirem de mim, adoram…

Depois, e como se aproximava a hora de almoço e “há anos” que estávamos para ir comer um brunch no Terrella, lá fomos. Mas ainda não foi desta, porque estava reservado para um evento.

Mais à frente tem a CASA DAS BÔLAs e almoçamos por lá.

Não tem nada a ver, mas recomendo. Sopa, fatia de bôla e sumo de laranja. Um almoço meio “à crescido com  pressa”, mas saudável na mesma.

Quando terminámos, lá viemos outra vez pela rua onde tem as Floristas, a cheirar flores, a apanhar folhas e pauzinhos. 

Ficávamos mais tempo, mas a hora do sono não perdoa e tínhamos que ir para casa dormir a sesta.

Estava um ótimo dia para passeio considerando que estamos em Dezembro. Não foi preciso muito. Mais que tudo, tempo e descontração.

Estes pequenitos já fazem imensa companhia e cada vez é mais fácil passear assim com os dois. 

 

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As coisas que o Ruca ensina!

Há quem não goste do Ruca. Há quem não goste da mãe do Ruca.  até quem se enerve com o pai do Ruca…

Eu? 

Gosto de todos! Do pai, da mãe, da avó, do avô, da Rosita. Aliás a Rosita é fundamental na vida do Ruca.

Quer dizer, para nós foi muito importante existir uma Rosita na vida do Ruca quando passou a haver uma Beatriz na vida do João.

A irmã mais nova. O papel do irmão mais velho. Todas as representações da realidade que representam a existência de um novo membro na família. 

Está muito bem feito e foi importante para ajudar o João a aceitar a nova realidade dele.

Houve uma altura que o João só queria ver o Ruca!

Mal acordava, mal acabava de comer, mal chegava da escola, acabava um episódio e queria ver outra vez. Até tinha um ritual a determinada altura: sentar-se no sofá a tomar o seu pequeno-almoço favorito enquanto via os seus desenhos animados de eleição. 

Mal se instalava com o prato no colo, pedia: o Ruca.

Vimos episódios sem fim. Não conheço quem não tenha uma história idêntica para contar, seja com Ruca(s), Reis Leões, ou o que for…

Mas o que é mais engraçado é que ainda hoje, com os ensinamentos do Ruca o João sabe diversas coisas que nos surpreendem. 

 Naqueles momentos em que se sai com algo que aprendeu e que não estávamos há espera, perguntamos onde aprendeu e responde: foi no Ruca!

Também já lhe valeu a ida a um cockpit num avião. À saída pediu para ir mas dissemos que estava fechado e não dava. Ele disse logo: mas o Ruca foi. A hospedeira ouviu, os pilotos foram simpáticos e acederam enquanto preenchiam a papelada. 

 

O Ruca é um rapaz atinado e curioso. Por isso não nos preocupava que ele visse e visse vezes sem conta, dentro do que é saudável em termos de tempo de TV, claro.

Agora já pouco vê, acho que já deve ter visto cada episódio umas 10 vezes e agora que cresceu já diz: esse não, já vimos este!!

Ok… vamos à próxima rodada de desenhos.

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O Ruca

Pequenos (e os) pecados.

Às vezes deixo-os estar a brincar com alguma coisa que não é suposto só para poderem estar uns 5 minutos entretidos e eu poder ter um momento para mim.

Não faço tudo direitinho, mas esforço-me:

  • para que comam bem e que comam sempre sopa,
  • para que não vejam TV/Tablet/Telemóvel a mais,
  • para que não mexam em coisas que não são para eles,
  • para que não estejam em risco obviamente,

Mas existem sempre aqueles momentos maravilhosos e estranhos, em que eles estão quietos e em silêncio, tudo demasiado calmo, em que os espreitamos e

– afinal estão a fazer asneiras.

Que aquele silêncio e paz que se instalou assim de repente era afinal uma asneirita. Algo que não era para eles.

Mas como até precisamos daquele bocadinho assim e é só assim mesmo um bocadinho, vamos deixá-los só mais um pouco.

Até que já no limite os interrompemos para lhes dizer:

 – parem já com isso!

Como se só tivéssemos visto mesmo naquele momento e o que temos é de os fazer parar rápido antes que a coisa se complique…

Pecados de mãe…

Acho que não serei a única… contem lá.

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Os dois a tramar algo

O que eu aprendi com a amamentação.

Neste assunto, acho que tive sorte!

Mas também sei que não é a sorte que decide as coisas, somos nós. Aquilo em que acreditamos e no que definimos como adquirido sendo que para mim dar de mamar era um objetivo inquestionável.

Ainda grávida emprestaram-me um livro de uma Pediatra sobre a Amamentação. Quem me emprestou, perguntou na altura se eu queria amamentar. Respondi que sim, como, claro que sim, não é o que é normal fazerem todas as Mães?!?

Ao longo do tempo percebi que não é. Que não é bem assim, nem assim tão fácil.

No livro dizia que o leite estava na nossa cabeça e não no peito.

Tudo o que li a seguir foi, para mim, uma nova abordagem sobre assunto. Na altura se eu tivesse ido para a amamentação com – sim, óbvio que vou amamentar – poderia ter “corrido mal” como acontece a tantas mulheres.

Antigamente, e não assim há tanto tempo, as mulheres moravam mais próximas umas das outras. Várias gerações de mulheres ajudavam-se e passavam conhecimentos valiosíssimos entre elas. Já hoje em dia vivemos mais isoladas, deslocadas das zonas de habitação inicial, onde estão as avós, as mães, as tias, ou seja, essas mulheres que idealmente estariam presentes na altura do parto, da amamentação e de toda esta nova realidade da maternidade. Essas que teriam o papel importantíssimo de apoiar, incentivar e dar o exemplo.

Além disso, existe uma grande pressão para que tudo corra num nível perfeitamente perfeito, mas não corre… então muita informação se perde, o apoio não existe ou então vai depender muito do profissional que encontrarmos.

Mas muito poucos profissionais têm conhecimento ou vontade de ajudar. E nesse caso não há muito a fazer.

Para mim duas coisas ficaram deste processo que permitiu que os meus dois filhos fossem amamentados em exclusivo até perto dos 6 meses e em paralelo com a introdução de outros alimentos até aos 17 meses de idade, de alguma forma, como eu pretendia.

Primeiro foi este livro, que me alertou que não é assim tão fácil, mas que temos que acreditar que é possível.

Que se há dor, há formas de aliviar;

Que se o bebé dorme e não mama, se calhar é melhor aliviar e tirar um pouco para não encher de mais;

Que se o bebé não mama muito, não é porque o leite é fraco, é porque é preguiçoso ou tem sono, ou pela a própria fisionomia do bebé, o formato da boca que não permite uma boa pega, etc;

Que ele não precisa de suplemento, mais uma vez porque o leite não é fraco, uma vez que o leite da mãe é sempre suficiente.

Segundo a Pediatra só mesmo em caso de doença grave, a mãe não conseguiria produzir leite suficiente para o bebé. Pode acontecer, mas são casos raros. Em geral, TODAS, mas Todas as Mães eram capazes de conseguir alimentar o seu filho em exclusivo até aos 6 meses. Nunca desistindo e sempre tendo em mente que É POSSÍVEL.

Não querendo também ser muito insistente, sei que há quem não o consiga fazer, ou não queira e aí, também está tudo bem. Respeito. Aliás, toda a pressão que possa existir só vai piorar.

Em segundo lugar, tive conhecimento de uma nova geração de mulheres denominadas CAM, que são Conselheiras de Aleitamento Materno. E sim justifica ter este nome e esta importância.

A determinada altura na amamentação da Beatriz, porque a amamentação nem sempre é igual ao longo do tempo, tive necessidade de recorrer a uma CAM que me ajudou imenso.

Desde a correcção da posição do bebé, às dicas de como gerir as mamadas, tirar ou não leite entre mamadas, conselhos sobre massagem para aliviar e desfazer pequenos nódulos, elas são fantásticas, apoiam imenso. E fazem-no por amor e dedicação.

Estas CAM existem um pouco por todo o país. Basta conseguirem o contacto de uma e rapidamente ela direciona para uma CAM da vossa área. Em muitos casos elas próprias se deslocam a casa para corrigirem posturas, transmitirem tranquilidade, conselhos, etc.

Aqui fica a página Cam´s de Portugal para mais informações:

www.camsdeportugal.pt

 

Em breve farei um Post onde falarei dos meus truques, experiências, ajudas e ideias!

Aqui em baixo a imagem do João bem embaladinho. A apoia-lo a  minha super almofada de Amamentação – preciosa ajuda!

 

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Encontrei também este artigo, bastante directo e  resumido que poderá ser um bom ajudante inicial a todo este processo.

AQUI